Home Data de criação : 10/03/10 Última atualização : 11/10/17 11:47 / 15 Artigos publicados

Obesidade pode proteger contra problemas do coração!!  escrito em terça 23 março 2010 15:26

Blog de eduardoafonso :Viva bem!!!, Obesidade pode proteger contra problemas do coração!!

Apesar de a obesidade estar relacionada a várias doenças, alguns cardiologistas parecem ter chegado a um paradoxo: pacientes obesos, que já apresentaram problemas cardíacos, vivem mais do que os magros na mesma condição, de acordo com estudo comandado pelo médico Ilan Goldenberg, da Universidade de Rochester, Em Nova York. Esse mistério é conhecido como o paradoxo da obesidade.

 

O resultado, apresentado no American College of Cardiology Annual Scientific Session, mostra que entre 1.231 pacientes que tiveram ataque cardíaco, os de peso abaixo do normal, normais e com sobrepeso tinham 76% mais chance de sofrerem parada cardíaca do que os obesos.

 

Como obesos, a pesquisa considera pessoas com o Índice de Massa Corpórea maior do que 30. Segundo o Live Science, só nos Estados Unidos, a parada cardíaca (quando o coração para de bater) mata mais de 330 mil pessoas por ano. Já o ataque cardíaco é quando o fluxo sanguíneo até o coração é interrompido.

 

Apesar da obesidade parecer benéfica neste caso, muita coisa deve ser levada em consideração. Ela aumenta o risco do próprio ataque cardíaco e muitas outras doenças. Mesmo assim esse resultado intriga especialistas.


Uma possível explicação para o paradoxo, sugere que os obesos tenham algumas vantagens genéticas para sobreviver a falhas cardíacas comparados a indivíduos magros. “Pacientes obesos são severos com seus corpos, muitos não se alimentam bem, não se exercitam e até fumam”, diz Eric Hansen, um dos pesquisadores.

Do outro lado, a genética pode não ajudar os magros que, apesar de sua condição física, venham a desenvolver problemas no coração. Mas nada é conclusivo, o estudo é um ponto de partida para novas pesquisas. Até agora, o que a maioria das pesquisas indica, é que a obesidade é fator de risco para diversos problemas de saúde.

Dr. Eduardo Afonso

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Salto alto: um alto risco para a coluna!  escrito em sexta 19 março 2010 16:15

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Elas vivem nas alturas. Mas pelo menos os pés deveriam ficar plantados no chão. Em vez disso, garotas cada vez mais jovens estão subindo no salto, e por períodos tão longos que já começam a sofrer os efeitos colaterais dessa forma, digamos vaidosa, de andar por aí. O flagrante foi da fisioterapeuta Patrícia Pezzan, professora da Pontifícia Universidade Católica de Poços de Caldas, em Minas Gerais.

 

Com o objetivo de analisar a influência do calçado na postura, a especialista acompanhou um grupo de 50 meninas entre 13 e 20 anos que se equilibram em saltos de 10 centímetros. “Nas clínicas de fisioterapia, notamos uma progressão de adolescentes com desvio e dores na coluna. Todas fãs de sapato alto. Como a queixa em mulheres adultas muitas vezes acontece devido à elevação do calcanhar, suspeitei da causa”, conta.

 

Quando está no topo, a menina vira ainda mais o pé — para dentro, ao tocar no chão, e para fora, ao terminar a pisada. “Isso mói o joelho como um pilão porque a tíbia, osso da perna, roda para fora, mas o fêmur fica parado”, descreve o especialista em marcha Júlio Cerca Serrão, coordenador do Laboratório de Biomecânica da Universidade de São Paulo. “O esforço se propaga pelo quadril e a coluna se ressente com o tempo”, conclui.

 

Se o desalinhamento postural já aconteceu e as dores chegaram, a fisioterapia pode corrigir a musculatura e aliviar o tormento. Mas, se a adolescente teve sorte e continua com a coluna no lugar, o jeito é prevenir, deixando o salto para eventos esporádicos. Para o dia a dia, um dos objetivos do pisante é não atrapalhar o movimento.

 

Caminhar é um ato complexo e sincronizado que envolve todo o aparelho locomotor. Ficar descalço seria o melhor jeito de facilitar a marcha. Mas, já que não combina com a vida moderna, é importante escolher o sapato mais adequado a tão nobre função. “O toque do calcanhar no solo provoca uma vibração intensa que é transferida pelos ossos, músculos e ligamentos e que se estende das pernas até a mandíbula”, explica Serrão. “Por isso, o solado não deve ser muito raso. Ele tem que amortecer o impacto”, ensina.

 

O ideal são solados de 2 a 3 centímetros acima do piso. E quer saber? Essa altura presta até um serviço para a circulação, como provou o cirurgião vascular João Potério Filho em seu artigo publicado na revista Angiology em 2004. “Ela induz uma contração da panturrilha que melhora o retorno de sangue para o coração e evita que a perna inche”, diz o especialista.

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Atividade Fisica pode causar esterilidade?  escrito em quinta 18 março 2010 16:07

Blog de eduardoafonso :Viva bem!!!, Atividade Fisica pode causar esterilidade?

Estimativas recentes indicam que nos países desenvolvidos até 16% dos casais não conseguem ter filhos espontaneamente. E uma variedade de fatores tem sido associada ao problema: estresse, tabagismo, uso excessivo do álcool, obesidade ou magreza, entre outros. O grande questionamento é : Sera que a atividade física tem efeito negativo sobre a fertilidade feminina?

 

 

Um estudo de base populacional realizado na Noruega esclarece esta interessante relação. Os pesquisadores avaliaram mais de 3800 mulheres, com menos de 45 anos, que foram seguidas ao longo dos anos. A atividade física foi classificada, bem como foram levantados dados sobre fertilidade. Os resultados surpreendem. O aumento da freqüência, duração e intensidade da atividade física se associou com menores taxas de fertilidade. Mesmo controlando para outros fatores, tais como idade, tabagismo, situação conjugal, mulheres classificadas como ativas na maioria dos dias tinham chance 3 vezes mais chance de apresentarem problemas de fertilidade, na comparação com as mulheres sedentárias.

 

 

Quanto a intensidade da atividade física, exercícios estafantes se associavam à risco 2.3 vezes maior na comparação com exercícios leves. Mas antes que as mulheres fiquem alarmadas cabe destacar que este aumento das taxas de infertilidade foi observado apenas para um pequeno grupo de mulheres que praticavam intensamente e frequentemente exercícios físicos. É possível que o excessivo gasto energético na atividade vigorosa prejudique as funções envolvidas com a reprodução.

 

 

Se sedentarismo é reconhecidamente maléfico para a saúde e o excesso de atividade também não faz bem, para as mulheres que planejam filhos, adote uma posição intermediária. Exercite-se moderadamente. Como os gregos nos ensinaram: a virtude está no meio. (Gudmundsdottir, Flanders, Augestad. Hum Reprod 2009)

 

 

Dr. Eduardo Afonso

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Ioga como combate ao diabetes  escrito em terça 16 março 2010 16:58

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Criada há 5 mil anos por sábios indianos, a ioga caiu de vez nas graças dos ocidentais. E pesquisadores do mundo inteiro, de olho em seu potencial, investigam de que forma a técnica repercute no organismo. Nessa corrente, uma equipe da Universidade Andhra, na Índia, acaba de provar que ela ajuda a manter as rédeas sobre o diabete tipo 2. Os estudiosos recrutaram 35 indivíduos com o distúrbio para praticar os exercícios durante 40 dias, todos supervisionados por professores especializados. No final da pesquisa, os cientistas verificaram uma redução no índice de massa corporal, o IMC, e na ansiedade, além de uma melhora no bem-estar dos participantes.

 


O que essa tríade de benefícios tem a ver com o maior controle da doença que desequilibra as taxas de glicose no sangue? A explicação estaria no poder emagrecedor da ioga. Sim, ao acalmar os ânimos, ela favorece a perda de peso. E os quilos extras, já está mais do que comprovado, são um dos principais fatores de risco para o diabete tipo 2. “A obesidade propicia a resistência à insulina, ou seja, o hormônio que coloca o açúcar dentro das células passa a não funcionar direito”, explica o biólogo Ricardo Monezi, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Portanto, quando a gente queima gordura e enxuga o IMC, contribui indiretamente para que a insulina trabalhe numa boa e, dessa forma, a glicose não fica sobrando na circulação.


Mas você poderia questionar: como exercícios de ioga que nem sempre fazem suar a camisa ajudariam a torrar os quilos a mais? O motivo, acredite, começa lá na nossa cabeça. A especialista em medicina comportamental Thais Godoy, também da Unifesp, dá a primeira pista. “A ioga acalma os turbilhões da mente”, diz. Entenda por turbilhões todo aquele conjunto de emoções cotidianas que gera um dos aliados da obesidade, o estresse. Na hora da tensão, uma área do cérebro chamada amígdala envia uma mensagem de socorro ao hipotálamo, estrutura que controla o apetite. Ele, então, repassa o aviso para a glândula hipófise, que estimula a liberação de cortisol, o hormônio do nervosismo.

Se esse processo acontece só de vez em quando, tudo bem. “O correto é que o cortisol tenha dois picos ao dia, de manhã e à tarde”, afirma Monezi. Graças a ele, é possível manter a disposição para qualquer atividade. O problema é quando o estresse vira rotina. “Aí, o hormônio é produzido em excesso e a toda hora.” Para compensar esse estresse crônico, o corpo irá necessitar de mais energia — e a fonte, naturalmente, vai ser a comida. “Principalmente os carboidratos, como doces e massas, que são mais energéticos”, ressalta Monezi. Meses sob alta tensão, portanto, levam àquela barriguinha indesejada. E os pneus, por sua vez, inflam o risco de diabete.

“A ioga também aprimora a consciência corporal”, afirma José Kawazoe Lazzoli, presidente da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte. “A técnica nos ensina a cultuar nosso corpo como um templo e a não enxergar a alimentação como fonte de prazer”, esclarece Maria Helena Freire, diretora do Centro Narayana. Um estudo recém-concluído nos Estados Unidos demonstrou que os adeptos do método oriental adquiriram também uma alimentação mais regrada e consciente, fugindo da gula.

O melhor de tudo é que a ioga convida qualquer um a desfrutar dos seus benefícios. Isso porque a técnica não se resume a apenas um tipo. Você pode escolher a versão que combina com a sua rotina ou seu porte físico. “Há linhas mais vigorosas e outras mais relaxantes ou meditativas. Com certeza, existe uma mais apropriada para cada um de nós”, garante a professora de ioga Mariana Michelin, da academia Bio Ritmo, na capital paulista.

Dr. Eduardo Afonso de Oliveira

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Vinho Tinto ajuda mulheres a controlar peso  escrito em segunda 15 março 2010 19:14

Blog de eduardoafonso :Viva bem!!!, Vinho Tinto ajuda mulheres a controlar peso

As mulheres que tomam dois copos de vinho, cerveja ou outro tipo de bebida alcoólica diariamente correm menos risco de engordar do que as abstêmias, revela um estudo publicado nesta segunda-feira, 08 de marco de 2010

Cientistas do hospital Brigham and Women de Boston (Massachusetts, nordeste dos Estados Unidos) ouviram 19.000 mulheres americanas sem problemas de sobrepeso, com idades de 39 anos ou mais, sobre a quantidade de bebidas consumidas diariamente e as monitoraram durante 13 anos.

Nesta pesquisa, o grupo maior, com 7.346 pessoas, era formado por mulheres que não consumiam bebidas alcoólicas em hipótese alguma, revelou o estudo divulgado nesta segunda-feira na publicação Archives of Internal Medicine.

O segundo grupo mais importante, com 6.312 mulheres (cerca de um terço do total), era formado por mulheres que tomavam cerca de um terço de copo de vinho, cerveja ou outra bebida alcoólica por dia, enquanto 20% tomavam um copo; 6%, dois; e 3%, mais de dois.

O copo de álcool considerado padrão nos Estados Unidos, seja uma taça de vinho (15 cl), um copo de cerveja (35 cl) ou uma doses de 43 ml de uma bebida com uma graduação alcoólica de 80, contém a mesma quantidade de álcool, 14 gramas.

No período de 13 anos estudado, as mulheres que não consumiam álcool foram as que mais engordaram, e as que tomavam o equivalente a dois copos diários foram as que mais próximas ficaram do peso ideal.

O vinho tinto se mostrou a bebida mais eficiente contra o sobrepeso, mas todos os tipos de álcool consumidos, inclusive o vinho branco, a cerveja ou os licores, mostraram a mesma "associação inversa entre consumo de álcool e o risco de sobrepeso ou obesidade", segundo o estudo.

Os autores do trabalho evitaram, no entanto, recomendar o consumo de álcool como maneira de lutar contra a obesidade, devido aos problemas médicos, psíquicos e sociológicos vinculados.

 

 

Dr.Eduardo Afonso

Agradecimentos a jornalista Juliana Valim

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